Destaque, Notícias

Está aberto um anúncio do PDR2020, até 9 de agosto, para apresentação de projetos que terão um apoio a fundo perdido de 50 a 60 % de investimentos em Valorização Agrícola, Armazenamento e Tratamento de Efluentes Pecuários, em explorações de pecuária intensiva. Podem também ser incluídos outros investimentos (novas normas ambientais, de higiene e bem-estar animal, por exemplo), desde que os investimentos em efluentes sejam predominantes.
 
A valor máximo elegível de investimentos é de 500.000€ + IVA.
 

Principais condições a observar:

  • Deter uma exploração de pecuária intensiva licenciada ou em processo de licenciamento no REAP
  • Ter um Plano de Gestão de Efluentes Pecuários (PGEP) aprovado pela DRAP e válido à data de submissão da candidatura, no caso das explorações pecuárias das Classes 1 e 2, com uma produção de efluentes de pelo menos 200 m3/ano.
 
Para mais informações, contacte-nos: geral@agroconceito.pt | 239 080 039

 
Agroconceito, Junho 2021

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Abriu no passado dia 14 de Maio o aviso para a Instalação de painéis fotovoltaicos em explorações agrícolas. Com uma dotação de 10 milhões de euros e um apoio que pode chegar aos 70%, este Aviso contempla uma discriminação positiva para territórios vulneráveis, zonas desfavorecidas de montanha e detentores do Estatuto de Agricultura Familiar.
 
O Aviso, anunciado hoje, integra a medida “Pequenos Investimentos na exploração agrícola” e contempla um apoio ao investimento que pode ir dos 700 euros aos 35 mil euros.
 
Para mais informações, pode consultar: https://url.gratis/DgK6j

Agroconceito, 17 Maio 2021



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Operação 3.2.1 – Investimento na Exploração Agrícola | Instalação de Redes Anti Granizo em Pomares (23º Anúncio)

Aberto de 23 de Abril de 2021 às 17:00 a 23 de Junho de 2021 às 17:00

Esta operação tem como objetivo apoiar a realização de investimentos na exploração agrícola destinados a melhorar o desempenho e a viabilidade da exploração, aumentar a produção, criar valor, melhorar a qualidade dos produtos, introduzir métodos e produtos inovadores e garantir a sustentabilidade ambiental da exploração, visando nomeadamente:

  • A utilização eficiente do recurso água, incluindo a adoção de tecnologias de produção;
  • A gestão do recurso água, incluindo investimento em melhoramento de infraestruturas de rega tendo em vista as suas condições de segurança;
  • A proteção e utilização eficiente do recurso energia, incluindo a adoção de tecnologias de produção;
  • A melhoria de fertilidade e da estrutura do solo;
  • A redução da volatilidade dos preços dos fatores/produtos agrícolas;
  • A produção e/ou utilização de energias renováveis, com exceção da bioenergia a partir de cereais e outras culturas ricas em amido, açucares e oleaginosas, desde que pelo menos 70% produção de energia seja para consumo da exploração.
Fonte: Agroportal, Abril 2021
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Vêm aí apoios que irão financiar a manutenção de novas florestas durante 20 anos. O proprietário florestal poderá receber entre 100 e 140 euros anuais por hectare

O Secretário de Estado das Florestas, João Catarino, refere que “os proprietários hoje não investem na floresta porque ela não é economicamente rentável para eles, e não podem continuar a tirar dinheiro da pensão para a limpeza da floresta”.

Na opinião do governante o estado tem de perceber que é altura de ajuda-los e sensibilizá-los para esta nova oportunidade, “não pagamos apenas a plantação da árvore, daremos também um apoio durante 20 anos para que essa árvore seja mantida”.

Também o alargamento do cadastro simplificado vai passar a partir de setembro para todo o território nacional, estando já a decorrer avisos de abertura de vários milhões de euros. Recorde-se que este cadastro tem a garantia de isenção de taxas de registos nas conservatórias.

Vida Rural, Julho 2020

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A nova Estratégia de Biodiversidade para 2030 apresentada pela Comissão Europeia tem como objetivo proteger a natureza e reverter o processo de degradação dos ecossistemas de forma sustentável.

As medidas anunciadas propõem a reserva de, pelo menos, 30 % das terras e dos mares da Europa em áreas protegidas geridas de forma eficaz. O objetivo é, a partir das zonas Natura 2000, complementar a rede com áreas protegidas a nível nacional, garantindo a proteção estrita das zonas com elevado valor em termos climáticos e de biodiversidade.

A Estratégia propõe também um plano abrangente de restauração da natureza da UE, que inclui:

  • elaborar uma proposta de um novo quadro jurídico para a restauração da natureza, para restaurar ecossistemas danificados; melhorar o estado de conservação de, pelo menos, 30 % das espécies ehabitats protegidos da UE que não se encontram atualmente em estado favorável; restabelecer o curso natural de rios, numa extensão de, pelo menos, 25 000 km;
  • travar e reverter o declínio das aves das terras agrícolas e dos insetos, em especial dos polinizadores;
  • reduzir a utilização global e o risco dos pesticidas químicos, bem como a utilização dos mais perigosos, em 50 %;
  • manter pelo menos 25 % das terras agrícolas em produção biológica e aumentar significativamente a adoção de práticas agroecologias;
  • reduzir as perdas de nutrientes provenientes dos fertilizantes em, pelo menos, 50 %, e a utilização de fertilizantes em, pelo menos, 20 %;
  • plantar pelo menos 3 mil milhões de árvores, em pleno respeito pelos princípios ecológicos, e proteger as florestas primárias e seculares ainda existentes;
  • eliminar as capturas acessórias de espécies protegidas ou reduzi-las para um nível que permita a recuperação total das espécies e não ameace o seu estado de conservação.

Para reverter o declínio dos insetos polinizadores, a Comissão propõe que 10 % das terras agrícolas sejam constituídas por “elementos paisagísticos altamente diversificados”, por exemplo, sob a forma de sebes e faixas de flores, e que os efeitos ambientais do setor agrícola sejam significativamente reduzidos até 2030.

A Estratégia visa ainda o lançamento de um novo processo para melhorar a governança da biodiversidade, garantindo que os Estados-Membros integram os compromissos da Estratégia nas respetivas políticas nacionais, além de estimular os regimes fiscais e a fixação de preços de modo a refletir os custos ambientais reais – nomeadamente o custo da perda de biodiversidade –, e a integrar efetivamente a biodiversidade nas tomadas de decisões públicas e empresariais.

Fonte: Vida Rural, Maio 2020

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