Agroconceito – Apoio técnico e consultoria agrícola

Bem Vindo à Agroconceito!

Apoio TecnicoFornecemos soluções personalizadas à medida das necessidades do cliente com base numa relação de proximidade permitindo resposta no tempo adequado.

A nossa equipa está preparada para dar apoio em todas as fases da exploração agrícola, desde a análise técnica de terrenos, passando pela implementação e acompanhamento de projetos agrícolas.



PDR 2020

Estão abertas as candidaturas à Operação 3.2.1 – Investimento na exploração agrícola e à Operação 3.3.1 – Investimento na transformação e comercialização de produtos agrícolas.

 Período de apresentação de candidaturas

Operação 3.2.1  termina a 31 de março 2017 às 18h59

Operação 3.3.1  termina a 20 de março de 2017  às 18h59.

Caso pretenda candidatar-se, contacte-nos.

Para consulta das operações clique  no nome.


PDR 2020

Foi publicado plano provisional de abertura de concurso para 2017

Para sua consulta, clique aqui


Protocolo BPI

A Agroconceito estabeleceu protocolo com o Banco BPI no sentido de apresentar condições de financiamento que poderá disponibilizar aos nossos clientes.

No caso de interesse poderá ter acesso aos documentos “Ficha_Cliente” e “Condições de financiamento para clientes Agroconceito

Para mais esclarecimentos contacte-nos.


Sistema de certificação Global GAP

Os mercados estão cada vez mais exigentes ao nível da qualidade dos seus produtos. O sistema de certificação Global GAP é um referencial de certificação cada vez mais procurado pelos mercados internacionais devido ao seu reconhecimento ao nível mundial. Além disso, contribui significativamente para a qualidade e segurança dos produtos comercializados, bem como para uma melhoria significativa na organização interna da sua empresa.

A Agroconceito apoia na Implementação deste sistema.Flyers Greening e Global-02


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PDR 2020 – Jovens Agricultores

Foi publicada no passado dia 2 de janeiro a Portaria n.º 2/2017, que procede à segunda alteração à Portaria n.º 31/2015, que estabelece o regime de aplicação da ação n.º 3.1, «Jovens agricultores» As principais alterações são:
  • O valor do prémio por jovem agricultor, que passa de 15.000,00€ para 20.000,00€, sendo que o investimento mínimo por JA é de 25.000,00€ em detrimento dos 55.000,00€ anteriores.
  • Acréscimo de 5.000,00€ em investimentos a partir de 100.000,00€
  • Acréscimo de 5.000,00€ se demonstrar regime de exclusividade ao projeto, tanto em ocupação como em rendimento.
  • O pagamento do apoio será, 80% no inicio da instalação e os restantes 20% após verificação do cumprimento do plano empresarial.

Agroconceito, 4 de Janeiro de 2017

PDR2020: Abertas as candidaturas para as Açãos 3.2.1 e 3.3.1 até março de 2017

Abriram no passado dia 9 de Dezembro as candidaturas à ação 3.2.1 - investimentos na Exploração Agrícola e à ação 3.3.1 - Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas. O prazo de entrega  termina em Março de 2017. Operação 3.2.1 – Investimento na exploração agrícola
Esta operação tem como objectivo apoiar a realização de investimentos na exploração agrícola destinados a melhorar o desempenho e a viabilidade da exploração, aumentar a produção, criar valor, melhorar a qualidade dos produtos, introduzir métodos e produtos inovadores e garantir a sustentabilidade ambiental da exploração, visando nomeadamente:
  • A utilização eficiente do recurso água, incluindo a adopção de tecnologias de produção;
  • A gestão do recurso água, incluindo investimento em melhoramento de infraestruturas de rega tendo em vista as suas condições de segurança;
  • A protecção e utilização eficiente do recurso energia, incluindo a adopção de tecnologias de produção; A melhoria de fertilidade e da estrutura do solo;
  • A redução da volatilidade dos preços dos factores/produtos agrícolas;
  • A produção e/ou utilização de energias renováveis, com excepção da bioenergia a partir de cereais e outras culturas ricas em amido, açucares e oleaginosas, desde que pelo menos 70% produção de energia seja para consumo da exploração.
Operação 3.3.1. – Investimento na transformação e comercialização de produtos agrícolas Tem como objectivo apoiar a realização de investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas destinados a melhorar o desempenho competitivo das unidades industriais, através do aumento da produção, da criação de valor baseada no conhecimento, em processos e produtos inovadores, na melhoria da qualidade dos produtos, numa gestão eficiente dos recursos, no uso de energias renováveis, desde que pelo menos 70% produção de energia seja para consumo próprio garantindo simultaneamente a sustentabilidade ambiental das actividades económicas.

Agroconceito, 13 de Dezembro de 2016

 

PAN conquista benefício fiscal para agricultura biológica

O PAN viu acolhida pelo Governo a medida para o Orçamento do Estado de 2017 que prevê que os gastos suportados com a certificação biológica do produtor agrícola, que não se verificam na produção convencional/integrada, sejam majorados, em valor correspondente a 140% do respetivo montante, para efeitos da determinação do lucro tributável ou do rendimento coletável. Isto significa que, a partir de agora os agricultores que queiram produzir em modo biológico irão usufruir de um benefício fiscal na certificação das suas produções, ou seja, esta majoração vem permitir inflacionar o valor da dedução para que o agricultor biológico possa ter uma compensação na devolução (ou menor montante a liquidar) no seu IRC ou IRS. Esta é uma medida que pretende promover «uma justa equidade comercial e concorrencial, visto que atualmente, um agricultor que produza em modo biológico, ou seja, de forma mais sustentável, com práticas regenerativas e que contribui para uma alimentação mais saudável, livre de agrotóxicos, tem sido económica e concorrencialmente prejudicado face ao agricultor convencional, cujo modo de produção tem enormes impactos ambientais e que faz entrar no mercado alimentos com agentes químicos, sem uma despesa acrescida, que se verifica para os produtores biológicos com a necessária certificação», refere o PAN, em comunicado. Esta é uma das medidas que integra o documento “20 Contributos para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica desenvolvido pelo PAN e apresentado ao Governo no início da atual sessão legislativa, que inclui vinte medidas integradas que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas desta fileira nas suas diversas áreas.  

Agronegócios, 29 de Novembro de 2016

Viticultura: candidaturas ao Prémio ADVID 2016 abertas até 31 de Dezembro

As candidaturas ao Prémio ADVID 2016 estão abertas até 31 de Dezembro. A ADVID – Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense instituiu, desde 2007, um prémio anual para atrair investigadores de diversas áreas científicas para as especificidades técnicas, culturais e sociais da vitivinicultura da Região Demarcada do Douro, por forma a desenvolver e transmitir tecnologias e conhecimentos que permitam o avanço técnico da sua vitivinicultura.
Este Prémio diferencia-se de outras iniciativas já que, ao valor de 5000€ que será atribuído ao trabalho vencedor, acresce ainda a possibilidade dos autores premiados beneficiarem de uma bolsa de igual valor, caso aceitem desenvolver um projecto de investigação dedicado à vitivinicultura da Região Demarcada do Douro. Investigadores, alunos de licenciatura, mestrado ou doutoramento, ou equipas de investigação que tenham publicado trabalho inédito no ano de 2015 (a título excepcional) e 2016, podem apresentar as suas candidaturas até 31 de Dezembro 2016. Para se candidatar deverá descarregar o respectivo formulário de candidatura, e enviá-lo devidamente preenchido, para advid@advid.pt. É obrigatório enviar juntamente com o formulário, o artigo a candidatar e o curriculum vitae do responsável.

Agricultura e Mar Actual, 3 de Novembro 2016

IFAP divulga listagem das Organizações de Produtores Reconhecidas

O IFAP – acaba de publicar a lista das Organizações de Produtores Reconhecidas até 24 de Outubro de 2016. A listagem está dividida em seis regiões: DRAP Norte, DRAP Centro, DRAP Lisboa e Vale do Tejo, DRAP Alentejo, DRAP Algarve e DRAP Açores. A lista encontra-se disponível aqui. As Organizações de Produtores (OP), são associações que têm como objectivo assegurar a programação da produção, promover a concentração da oferta e a colocação no mercado, reduzir os custos de produção e a regularização os preços de venda, promover as boas práticas de cultivo, de protecção dos recursos naturais e da biodiversidade, e a rastreabilidade dos produtos. Podem ser reconhecidas como OP, para um determinado produto ou sector, nos termos da legislação aplicável, as pessoas colectivas que revistam as seguintes formas jurídicas:
  • Sociedade comercial por quotas
  • Sociedade comercial anónima, com acções nominativas
  • Sociedade civil sob a forma comercial
  • Cooperativa agrícola
  • Sociedade de Agricultura de Grupo – integração parcial
  • Agrupamento complementar de exploração agrícola
  • Agrupamento complementar de empresa
Apoios PDR 2020 Relembre-se que a medida n.º 5 do PDR 2020, “Organização da produção”, contempla a promoção da organização das cadeias agro-alimentares, nomeadamente no que diz respeito à transformação e à comercialização de produtos agrícolas. As organizações de produtores permitem aos agricultores enfrentarem, conjuntamente, os desafios colocados pela intensificação da concorrência, fomentando a consolidação dos mercados a jusante, no que respeita à comercialização dos seus produtos, incluindo em mercados locais. O apoio à criação de agrupamentos e organizações de produtores nos setores agrícola e florestal contribui para concretizar os objectivos e as prioridades da Política Agrícola Comum (PAC) e em particular da política de desenvolvimento rural, nomeadamente através do aumento da competitividade dos produtores primários, mediante a sua melhor integração na cadeia agro-alimentar através de sistemas de qualidade, de incremento de valor nos produtos agrícolas, de promoção em mercados locais, e de circuitos de abastecimento curtos. A criação de agrupamentos e organizações de produtores é apoiada no PDR 2020 tendo em conta o papel que estas estruturas podem representar no reforço da organização das respetivas fileiras e melhoria da posição da produção primária. “A ação n.º 5.1, “Criação de agrupamentos e organizações de produtores”, através dos apoios preconizados, fomentará a concentração da oferta ao nível da produção no sector agrícola e florestal nacional, contribuindo, assim, para aumentar a capacidade de gerar valor a montante e contribuindo para melhorar o posicionamento dos agricultores na cadeia alimentar de valor agroalimentar”, refere a Portaria n.º 254-A/2016 de 26 de Setembro, assinada pelo ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos. Com aquela Portaria, o Ministério pretende “alcançar este objectivo através de planos de ação a desenvolver pelas organizações ou agrupamentos de produtores reconhecidos pela Portaria n.º 165/2015, de 4 de junho, que contemplem tipologias de ações como a adaptação da produção às exigências de mercado, a comercialização conjunta, o desenvolvimento de competências empresariais e comerciais, o desenvolvimento de outras actividades como a promoção de competências empresariais e comerciais, a facilitação de processos de inovação incluindo ensaios de campo, a modernização de estruturas produtivas comuns, ou a realização de estudos de mercado, comercialização e marketing”, adianta a mesma legislação. Saliente-se que o sector das frutas e produtos hortícolas, bem como os seus sub-sectores, não são abrangidos por aquela Portaria, uma vez que podem beneficiar de apoios específicos no âmbito dos programas operacionais destinados a organizações de produtores no âmbito do primeiro pilar da PAC.

Agricultura e Mar Actual, 27 de Outubro 2016

Governo aumenta prémio-base de apoio à primeira instalação agrícola

Com o objetivo de atrair mais dois mil jovens para a agricultura já em 2017, o Governo vai aumentar o prémio-base de apoio à primeira instalação. Até agora, um jovem agricultor podia contar com um apoio de 15 mil euros, mas no concurso que abre no próximo mês o valor aumenta para os 20 mil euros. No total, o Ministério da Agricultura prevê disponibilizar mais de 52 milhões de euros, entre fundos comunitários e apoios do Estado, que poderão ser usados por agricultores com menos de 40 anos. O orçamento para a Agricultura do próximo ano prevê um aumento na despesa com a agricultura, florestas, desenvolvimento rural e mar de cerca de 7,2%. O número consta de um relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2017 e que prevê uma subida de 68,4 milhões de euros face ao orçamento ajustado de 2016 para a agricultura, para um total de 1017 milhões de euros.

Vida Rural, 25 de Outubro 2016

Portugal quer mais 2 mil jovens na agricultura

O Governo quer mais dois mil jovens a trabalhar na agricultura em 2017. Para isso, o Ministério da Agricultura vai aumentar o prémio-base de apoio à primeira instalação. Até agora, um jovem agricultor podia contar com um apoio de 15 mil euros mas, no concurso que abre já em novembro, o valor vai aumentar para os 20 mil euros. No total, o ministério de Capoulas Santos vai disponibilizar mais de 52 milhões de euros, entre fundos comunitários e apoios do Estado, que podem ser usados por agricultores com menos de 40 anos. Mas o Orçamento do Estado para 2017 prepara um balão de oxigénio para as explorações privadas. O Governo vai dar «ajudas a fundo perdido que podem ir até 50% do valor investido» pelos empresários, adiantou o gabinete de Capoulas Santos. Ao todo, o Governo espera gastar 200 milhões de euros a apoiar projetos do setor agroalimentar, cujo investimento total ultrapassa os 400 milhões. Até 2020, o Executivo vai injetar 600 milhões no setor. Desses, apenas 90 milhões são contrapartida nacional e o restante provém de fundos comunitários. A prevenção dos incêndios é «uma prioridade» para o ministério. O orçamento da Agricultura destinou 70 milhões de euros para comparticipar investimentos na floresta, entre 95 a 90 por cento. No próximo Conselho de Ministros extraordinário será já aprovado um pacote de medidas de reforma da floresta. O Governo quer mudar a forma como a floresta é gerida em Portugal. O primeiro passo é concretizar o cadastro para conhecer os donos da floresta.

Agrotec, 24 de Outubro 2016